Como tudo era diferente.
Olhava p’ra o chão de perto e fazia que o presente
Passado fosse vivido preciso,
Lá no momento que eu calcasse novamente um pedaço de terra ardente. . Não era ser demente, era ser um pequeno cargo,
Um problema resolvido quando às costas transportado.
E com mimo ao ser levado para um berço voador. É que eu fui piloto durante aqueles anos d’ouro… . Enquanto a música tocava, a minha cama de madeira
Rápido se transformava numa bateria derradeira.
Era a primeira vez que eu via o mundo.
Fosse qual fosse ele, tinha que pôr as mãos em tudo.
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Uma cama perfeita, tal como uma bateria
que faz a nostalgia
de um piloto aviador…
fosse qual fosse a vez que punha a mão
sentia lá dentro o bater do coração
que lhe falava ao ouvido do seu passado de amor!:)
um bjito e que a nostalgia seja grande simpatia