Animal

Prendam Barnabé aos poucos que há verdadeiros,
Façam-no ter olhos mostrados ser pouco meigos.
Encham-no de natureza naquele pânico geral
E transformem-no num animal.
.
Não o façam ser humano banalmente atirado
Ao muro cuspido do humanamente sentido.
Deixem-no ser um de vós,
Ser assim bruto. Amor e ódio nada, nem termo e meio.
Ser não belo ou feio, sem força de intenção.
Puxem-no pela mão.
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2 Responses to Animal

  1. Não te importas que volte na sexta-feira?
    para ler e comentar à minha maneira…
    agora deixo só aqui o passinho
    de quem leu…e pensou baixinho…
    sobre a lei e devaneio, pelo meio… :)

  2. E voltei ao “Animal”, tal como prometi…
    já sobre Barnabé me debrucei…
    confesso que só a Lei me atormenta
    neste devaneio que a alimenta!
    Lei, ou falta dela?
    Ai, que é preciso ser profeta
    para entender este poeta!!…:)

    Desejo de um fim-de-semana
    e um beijo o completa

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